Verdadeiros e falsos profetas

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Verdadeiros e falsos profetas em Miqueias 2.6-11

Ao ler Miqueias 2.6-11, reconheço em meu próprio coração a tentação de querer ouvir apenas o que me agrada. Israel mandava calar o profeta, como quem diz: “Não nos incomode com juízo.” Quando rejeito a Palavra que confronta meu pecado, eu me coloco ao lado desses falsos profetas, que gotejam mensagens suaves enquanto a casa desaba.

Quando a teologia vira escudo para o pecado

O Senhor pergunta: “Porventura se encurtou o Espírito do Senhor?” Não, meu Deus não mudou; quem se corrompeu fui eu. A aliança nunca foi licença para viver na injustiça. Quando uso meu rótulo de “cristão” para acalmar a consciência, mas não para obedecer, transformo a graça em desculpa e a doutrina em verniz sobre um coração endurecido.

A opressão que expulsa Deus de casa

Miqueias denuncia um povo que rouba capas, terras, casas, mulheres e crianças. O pecado social é fruto de um coração que já virou as costas para Deus. Quando desprezo o pobre, quando fecho os olhos para a injustiça, eu, que deveria ser expressão da justiça do Senhor, torno-me Seu inimigo prático, ainda que minha boca O confesse.

O falso descanso e o único refúgio seguro

Deus declara: “Este não é o lugar de descanso.” Pecado nunca é travesseiro, é abismo. Os falsos profetas prometem vinho, festa e conforto sem arrependimento; mas o fim é exílio, vergonha e ruína. Hoje eu me rendo à Palavra que fere para curar. Que eu e você amemos a verdade, mesmo quando dói, e perseveremos nesta jornada de devoção diária, certos de que só em Cristo encontramos o verdadeiro descanso.

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